Doenças Endêmicas

de11Presença constante de doenças ou agentes infecciosos dentro de uma determinada área geográfica ou grupo populacional. Também pode se referir a uma prevalência de certa doença em uma área ou grupo. Inclui doenças holoendêmica e hiperendémica. Uma doença holoendêmica é uma das qual o nível elevado de prevalência de infecção começa precocemente na vida e afeta a maioria das crianças de uma população, levando a um estado de equilíbrio como o que a população adulta mostra evidências muito menores da doença do que as crianças (malária em muitas comunidades é considerada uma doença holoendêmica). A doença hiperendémica corresponde a uma presença constante com uma elevada taxa de incidência e/ou prevalência e que afeta todos os grupos igualmente. Doenças endêmicas do Brasil: malária, leishmaniose, esquistossomose, febre amarela, dengue, tracoma, doença de chagas, peste, filariose e bócio.

 

 

 

Designa-se como endemia qualquer factor mórbido ou doença espacialmente localizada, temporalmente ilimitada, habitualmente presente entre os membros de um população e cujo nível de incidência se situe sistematicamente nos limites de uma faixa endêmica que foi previamente convencionada para uma população e época determinadas. Difere da epidemia por ser de caráter mais contínuo e restrito a uma determinada área. Assim, por exemplo, no Brasil, existem áreas endêmicas de febre amarela na Amazônia, áreas endêmicas de dengue, etc. Em Portugal, a hepatite A pode ser considerada como endemia, já que existem, constantemente, novos casos.

Por vezes, uma endemia pode evoluir para uma epidemia, existindo, nesse caso, uma doença endemo-epidémica. Esta oposição entre endemia e epidemia, entretanto, tem sido esbatida com os novos conhecimentos adquiridos quanto aos factores ecológicos que condicionam o desenvolvimento de uma doença. O termo “endémico” passou a referir-se, de forma mais ajustada, ao grau de prevalência de uma doença, ou seja à proporção entre o número total de casos da doença e o número de indivíduos em risco de a adquirir, numa área geografica e temporalmente bem definida.Ao viajar para uma área endêmica é aconselhável e, por vezes, necessário que o viajante seja vacinado.

É constante, ocorre com regularidade previsível com apenas pequenos desvios na freqüência esperada. A freqüência média  da doença endêmica pode ser baixa (hypoendémica), moderada (mesoendémica) ou alta (hiperendémica).
As doenças endêmicas são o resultado de equilíbrio a longo prazo entre agente e hospedeiro. Quanto mais baixo for o grau de endemicidade melhor é o equilíbrio entre ambos. No entanto este equilíbrio pode ser perturbado por fatores ambientais e ligado ao hospedeiro.

de1                                      de2 

de31

 

Várzea Grande, 28/07/2008.

 

Da Assessoria

 

O Estado de Mato Grosso cumpre mais uma etapa no ciclo de capacitações para os municípios que aderiram ao Pacto Pela Saúde, e que irão assumir o Comando Único de seus sistemas no atendimento às necessidades dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O curso aplicado foi o segundo módulo de “Introdução à Epidemiologia Aplicada à Gestão em Tuberculose, Hanseníase e DST/AIDS” e aconteceu no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá. Participaram técnicos dos 14 Escritórios Regionais de Saúde e mais técnicos de 20 municípios. A carga horária foi de 40 horas.

 

O curso cumpriu o objetivo de capacitar os técnicos do SUS no planejamento de ações, avaliação de estratégias de controle e intervenções a serem adotadas, visando a implementação qualitativa das ações de Vigilância Epidemiológica na Hanseníase, Tuberculose e DST/AIDS.

 

O coordenador do Programa Estadual de Controle da Hanseníase, Cícero Fraga, disse que “este segundo módulo do curso veio para atualizar as técnicas do Sistema de Informação de Agravos de Notificação Compulsória (Sinan), do Ministério da Saúde, o que vai melhorar a qualidade da informação e o uso dos indicadores de Saúde visando a adequação às normas do Pacto pela Saúde. Os municípios instrumentalizados agora terão acesso direto ao banco de dados do Ministério da Saúde e, ao mesmo tempo em que poderão interpretar, analisar e planejar ações de Saúde nestas áreas, à base dos indicadores do sistema”.

 

A técnica do Programa DST/Aids do Ministério da Saúde, Leidijane da Costa Paz, explicou que o Sinan sofreu algumas alterações que tornam o registro e o uso de informações mais funcionais e que a capacitação ministrada aos trabalhadores da Saúde, em Mato Grosso, incorporou essas mudanças.

 

“Mudaram os instrumentos de análise do Sistema, as ferramentas de análise foram atualizadas e foram aperfeiçoadas as variáveis de coleta. Essas mudanças, que foram incorporadas no curso, possibilitaram que testes realizados com base em informações do sistema sejam mais rápidos, tornando as decisões mais eficazes e resolutivas no enfrentamento a esses agravos”, afirmou a técnica do Ministério da Saúde.

 

Foram abordadas as técnicas sobre o uso do Sistema de Informação de Agravos, com atenção para a duplicidade de registros, a atualização dos dados de acompanhamento dos casos de doenças, a análise da qualidade dos dados de Hanseníase e Tuberculose, como calcular indicadores e construir gráficos e mapas e como atualizar os dados no acompanhamento de casos, dentre outras.

 

Cícero Fraga explicou, ainda, que as capacitações para habilitar os profissionais dos municípios do interior continuam sendo uma constante da Secretaria de Estado de Saúde. “Um exemplo disso é que já estamos com uma capacitação em Hanseníase marcada para ser realizada de 04 a 08 de Agosto, na Regional de São Felix do Araguaia, beneficiando a seis municípios. O curso será ministrado a 35 Médicos e Enfermeiros e tem como objetivos habilitam-los a realizar o diagnóstico e tratamento de Hanseníase e Tuberculose, em 20 horas de treinamento”, informou o coordenador.

 

HANSENÍASE – Em Mato Grosso foram registrados, em 2006, 3.658 casos de Hanseníase, com índice de cura de 72%. Já em 2007 foram registrados 3.008 casos, com cura de 69%. Cícero Fraga informou que a queda em 2007 foi causada, principalmente, pela crise nacional da falta de remédios disponibilizados pelo Ministério da Saúde o que inviabilizou aumento no índice de cura do agravo.

 

TUBERCULOSE – Em 2006 foram registrados 1.110 casos de Tuberculose. Em 2007 foram registrados 1.077 casos. Atualmente, segundo a Vigilância Epidemiológica, o índice de cura da Tuberculose está em 72,1%, sendo que a média preconizada pelo Ministério da Saúde é de 85%. A taxa de abandono do tratamento, em 2007, ficou em 6%.

 de4de5

http://www.lookfordiagnosis.com/mesh_info.php

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a_end%C3%AAmica

 

http://images.google.com.br/imgres?imgurl

 

http://www.soropositivo.org/releases.asp?cod=2098

 

http://3.bp.blogspot.com/_q-2-WREHNmc/SAFZq7lornI/AAAAAAAAM6E/R6rJhjasm3o/s1600-h/doen%C3%A7as+em+fortaleza1.JPG

 

http://www.copasa.com.br/media/doencas_07.jpg

 

http://www.copasa.com.br/media/doencas_06.jpg

 

http://www.saaecolina.com.br/imagens/doencas5.jpg

 

Grupo:

  • Camila Augusta
  • Edna Reis
  • Maicon Alves
  • Patrícia Medeiros
  • Rita Irani
  • Vânia Lage
About these ads

2 Respostas para “Doenças Endêmicas

  1. Gabriela Bragança

    Nossa que genial. Trabalho caprichado… Estava eu navegando a procura de um artigo sobre Doenças Endêmicas para um trabalho da Faculdade e achei esse blog. Parabéns pelo trabalho, foi muito útil para minha pesquisa.
    Valeu.

  2. Claudia dePaula

    Passei pra fazer uma visita, fiquei sabendo do blog na faculdade, achei uma idéia ótima. O assunto doenças endemicas esta totalmente em
    nosso dia a dia, mas nem sempre sabemos o significado e quais são as doenças relacionadas. Nesse trabalho pude me enterar mais sobre o assunto. Ficou ótimo o trabalho… Bem ilustrado… Adorei. Parabens ao grupo.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s